domingo, 15 de fevereiro de 2015

POEMA - AGONIA


Ferros retorcidos tocam
O lado negro da alma
Acordando seu mais profundo instinto
Enlouquece até a pessoa
Mais calma.

Eu grito, mas ninguém me escuta.
Grito novamente para sair do transe
Sozinho cá estou,
Furioso, com medo sem que alguém me alcance.

O que nos torna tão diferentes...
Se nos fere, não sangramos
Resistir já não adianta mais,
Não no mundo em que vivemos...



  • Ainda estou em dúvida se este poema foi escrito por mim, ou meu irmão Ritchie, em 28/02/2001.

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