sexta-feira, 14 de março de 2014

POEMA - CONSTELAÇÕES




Arroubos expansivos e inertes

Que se convertem

Em asperções

E profanações,

Por onde tolos esconjurados

Guiam-se através

De rotas e orações...

E dos astros se formam

Espelhos de honras

E castas admirações.

Quão vãs serão tais crostas

De estrelas impostas

Em suaves abnegações?

Que despertam em ira santa

Como fugazes

Aberrações.

Marie Jo
26/09/2000

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